Acostumados a casamentos mais ou menos massivos por muitos anos, cada vez mais casais estão optando por uma celebração pequena e íntima, da qual comparecem apenas familiares e amigos mais próximos.

 E parece que antes da chegada do COVID-19 em nossas vidas, esse tipo de comemoração vai se estender nos próximos meses até o fim desta pandemia. 

Os convidados por compromisso não entram nesta área e as dúvidas costumam ser dissipadas com um “não”. 

E são os millennials, os adultos que crescem mais tarde e que demoram mais para alcançar a estabilidade econômica, que mais a colocam em prática, embora isso também tenha ocorrido nas gerações anteriores.

Seja pelo coronavírus, por questões econômicas, pela quantidade de convidados ou pela busca da simplicidade e personalização, há casais que optam por essa opção e conseguem um casamento absolutamente charmoso. 

Uma festa de casamento íntima cuida em excesso dos detalhes, ganha emoção e proximidade, dispensa maior confiança e é garantia de economia em certos jogos.

Como fazer um casamento íntimo

A primeira coisa que se deve fazer é esclarecer o que é considerado um casamento intimista, quantos convidados compõem, qual o espaço mais adequado, como organizar o banquete e como personalizar a cerimônia e adaptar os detalhes a esse tipo de celebração.

1. Determine o número de convidados

A primeira coisa a se ter em mente é que para um casamento ser considerado íntimo, o número de convidados não deve ultrapassar 60 ou 70. 

Ao fazer a lista de convidados, a primeira coisa a se pensar é o número máximo de pessoas que você está disposto a convidar. O orçamento do casamento, às vezes relacionado à escolha de um casamento íntimo, será a chave neste momento. 

A seguir, faça um sorteio com os assistentes de cada integrante da dupla e os comuns. Conte com esta agenda de casamento que lhe permitirá acompanhar toda a organização.

 Este primeiro rascunho pode ter mais convidados do que o esperado, mas é difícil examiná-lo a princípio, antes de ver o resultado total. 

Ao apanhar o primeiro susto, vai começar a podar a lista e a eliminar aqueles convidados que nunca deveriam ter estado, as dúvidas e os compromissos.

Importante: informe seus convidados sobre o tipo de casamento a que vão comparecer, mais descontraído e “familiar”.

 Mas, acima de tudo, avise sua família, que normalmente tem a maioria dos compromissos, com patrões, amigos, amigos de amigos e algum tio-avô que você não vê há 25 anos. 

Mesmo que custe um pouco de discussão, é importante que eles saibam quais são suas intenções, sempre com tato, diálogo e com argumentos. 

Seus amigos não podem intervir nessas decisões e propor convites que não vêm à mente. Você decide, e um casamento íntimo implica certos sacrifícios, que você deve tratar com cuidado para não ferir as sensibilidades.

Alguns noivos têm dificuldade em escolher entre várias pessoas em um grupo, por exemplo, então tenha muito cuidado.

2. Onde celebrar um casamento íntimo

É importante determinar com antecedência o número de convidados, ainda que grosso modo, para saber que tipo de espaço escolher. Você não precisa ter a lista definitiva, mas precisa ter uma ideia. 

E isso não tem a ver apenas com o local onde a guloseima é exposta, mas também com o espaço da cerimônia. 

Nesse sentido, há mais por onde escolher, à medida que surgem possibilidades que seriam impensáveis ​​em grandes casamentos, como pequenos jardins, ermidas ou enseadas.

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